Chama a policia

26.8.10
Tão certo como três mais cinco serem oito, é o fato da minha prima Mari ser fofoqueira. Tão assim que ela chegou no meu quarto esse fim de semana cheia das fofocas para contar. Tão certo como três mais cinco serem oito, é o fato de que eu repasso tudo para vocês a seguir:

Temos na nossa família um histórico de dependentes químicos. Digo, temos na nossa família uma linhagem inquebrável de dependentes químicos. Tia Fulana, que esqueci o nome, tinha uma mãe drogada. Depois disso tia Fulana se viciou em drogas e álcool, casou e teve duas filhas. As duas filhas, Bianca e Rita, também se viciaram em drogas e álcool. Renata morreu há treze anos, assassinada por traficantes - seu corpo nunca foi encontrado. E não é para causar bafão não, mas a nossa família bem suspeita do goleiro Bruno. E Rita, após alguns anos desaparecida (tudo porque resolveu viver nas ruas usando crack e livre da obrigação de tomar banho), está mais ou menos reabilitada. Com mais ou menos quero dizer que ela largou as drogas, mas não larga o álcool má-é nunca mermo. Conta prima Mari que todo mundo na família diz que Rita é piranha, só porque ela dá para todo mundo. Ela não nega que dê para todos, mas nega o fato de ser piranha. O Marido de Rita (porque sim, ela é casada), depois de muitos anos sendo corno e depois de levar na cara algumas vezes (porque sim, ela é agressiva), resolveu pular fora. E não pense você que ele pulou fora por causa de chifre. O motivo foi outro: Rita, no meio de uma discussão boba, decidiu que não queria perder tempo gritando e enfiou logo um facão no braço dele, só para ver se ele calava logo aquela boca. Até aí, nesse babado de separação, tudo estaria tranquilão, se Rita não tivesse tido duas filhas com ele (que ficaram chocadas com a cena do facão e saíram de casa gritando os vizinhos, com os cabelos cheios de sangue) ou se Rita tivesse alguma paciência com crianças.

Mari, minha prima - que mora com meus avós e a mãe na mesma casa, sempre me conta tudo que acontece na família. Ela é vizinha de Rita, que é vizinha de tia Gloria, que é vizinha de tia Beth. Ou seja, é um terreno só e todo mundo tem seu barraquinho nele, ou um puxadinho, como é o caso da minha prima Mari, que mora num puxadinho com a mãe, na casa de Vovó. E tudo isso no morro do Mato Grosso, em Niterói.

Eu juro.

As duas filhas de Rita, Martinha e Luana, são opostos. Martinha, 8 anos, é extremamente doce e calma. Luana, de 11, rebelde e revoltada, embora fofa. Há uns dois meses atrás chegou aos meus ouvidos, via Mari, que Rita havia tentado matar a filha mais nova, Martinha. Rita negou a tentativa de assassinato e alegou estar apenas aplicando uma correção violenta na menina, que havia esquecido de fazer um trabalho da escola.

... Era uma vez, a linda Princesa Rita chegando em casa bêbada e sabendo que sua filha havia levado uma nota zero na escola. O que a Princesa Rita fez?

a) Deu umas chineladas?
Não.

b) Deu com a vassoura na cabeça da menina, tipo ela tinha feito ano passado?
Não.

c) Pegou a menina pelos cabelos e tacou a cabeça dela na parede, tipo no aniversario de sete anos da garota?
Não.

Rita, com as forças do braço, desgrudou o vaso sanitário recém colocado do chão e jogou com todas as forças em cima de Martinha, que só se salvou porque rapidamente desviou à tempo de só machucar as pernas e quebrar a mão.

Mas de uns tempos para cá, Rita, com isso de separação, tem tido uns dias mais descontraídos por aí e não tem dado muita bola para as crianças não. Nessas todos pensam que a fofa da Martinha pode correr aliviada por aí - brincando de amarelinha e saltitando com sua única boneca, esvoaçando seus cabelos afros. Quem dera. O ultimo babado, lá no quintal conjugado da família, dá conta de que Martinha foi vista só de calcinha, com lagrimas nos olhos, gritando por socorro, enquanto corria da irmã... que estava tentando acertar a cabeça dela com um pedregulho. Daí parece que a mãe chegou em casa e ainda deu uns tapas em Martinha, tudo porque ela não tinha nada que estar correndo só de calcinha no quintal.

- Você é uma mocinha. Tinha que ter vergonha na cara.
E meteu a mão na cara de Marta.

Gente, disquem 1-9-0. Vamos salvar Martinha.

Boa noite e
Saludos Cordiales

* ps: esqueci de comentar que Martinha é fanha.

Caso investigativo 0001

19.8.10
To precisando parar de beber com urgência. Em um fim de semana só, a bebida me trouxe dois mistérios ainda não solucionados. O incrível caso do "O dinheiro que perdi" e o incrível caso do "Aonde é que eu estou e para onde eu vou?". Te contar.

Caso 1. Dia desses fui numa festa aqui na cidade, coisa de rock. Encontrei por lá o cara pelo qual fui apaixonado e vem a ser o protagonista do meu livro, que bem sairá em novembro. Comecei a beber. 13 latinhas depois, eu não sabia nem mais qual era minha cor de pele. Tava muito do achando que eu era verde neon, só por causa das luzes da boate. Foi então que... eu acordei em casa. Começava aí o grande mistério. O que será que tinha me acontecido? Será que dei vexame e dancei até o chão segurando no mastro da escada, outra vez? Tomara que eu não tenha bebido demais a ponto de ter corrido até o tal Fulano para dizer que tchururururu jogou seu charme em mim, tchurururururu não resisti tô afim, numa citação à incrível musica do cantor Latino. Intrigado, fui lavar o rosto e começar a apurar o que me tinha acontecido na noite anterior. Desci as escadas - acompanhado por Fifi, minha fiel ajudante e cadelinha poodle, escorregando as mãos pelo corrimão. Ao chegar na cozinha, gritei um "bom dia, baixinhos" todo especial e nada dos meus pais me responderem. O clima era de pura tensão. Cada vez ficava mais real na minha cabeça a ideia de que eu pudesse ter dançado pelado com uma latinha de Devassa na cabeça, gritando pelo baile que eu era Bem Loura. Meus pais nunca iriam me perdoar.

- Você não tem vergonha. (meu pai)
- Não mesmo. (minha mãe, concordando)

AI, MEU DEUS. Eu dancei pelado com a Devassa na cabeça. Nunca mais vou colocar a cara nas ruas dessa cidade. Nunca mais.

FLASHES, TUMULTO
Pablo Rodríguez está dando uma coletiva de imprensa

"- Querido povo de Niterói, venho até vocês dizer que na noite de ontem um grande mestre shaman, guia espiritual de uma antiga tribo Aimoré, perdida entre arvores Pau Brasil, me puxou num cantinho, me deu um coió e fez baixar em mim a alma da nossa querida e saudosa Dercy Gonçalves. Por isso eu estava pelado. Boa noite e obrigado."

- O que eu fiz, pai? Me conta, por favor, mãe! (eu, detetive - desesperado)

Sentamos. Comecei a arrancar informações. Algo havia se passado na noite anterior e esse algo deveria ser prontamente descoberto, antes mesmo do sol se pôr. Depois de cinco minutos de conversa, os fatos começaram a reluzir.

FOCO DE LUZ
Pablo Rodríguez se encontra no escuro de uma rua qualquer, no centro da cidade. O jovem faz sinal, um táxi meio surrado para prontamente à atende-lo. Após entrar no veiculo, Pablo, às três da manhã, disca para o pai.

- Alôu você. Eu e a globo, tudo a vê. ki ramashmacatashi. kkkkkkkkk (???)

E passei o celular para o motorista do táxi, enquanto tentava parar de rir:

- Seu filho se jogou no banco de trás do meu táxi e mandou que eu me virasse. Eu disse que não podia fazer nada e ele falou que não vai descer.

Obvio que meus pais não gostaram dessa informação. Passaram cerca de meia hora me contando sobre casos de homossexuais que se jogaram bêbados no banco de trás de táxis, dizendo para que os motoristas se virassem, e foram encontrados, dias depois, no mato com a boca cheia de formigas. Apelaram, só porque eles sabem que tenho medo de baratas e besouros não, mas saio batido quando vejo uma fileira de formigas. Sofro dessa fobia.

E mais: dizem às más línguas (minha mãe...) que quando o motorista de táxi perguntou onde é que eu morava, eu disse que morava no restaurante Porcão.

- Para onde o levo?
- Para casa.
- Onde fica sua casa?
- No restaurante Porcão.
- Ninguém mora no Porcão.
- Então, se vira.

O que deixa claro apenas uma coisa, até quando eu bebo um bucadinho demais, sigo sabendo que estar no Porcão é muito do fino. Enfim, o caso parecia estar esclarecido. Como se tratava de uma tarde de sábado, matutei: agora que tô em casa e já sei mais ou menos o que me ocorreu ontem, posso começar a me arrumar para sair essa noite. Quando coloquei a roupa e peguei na carteira, menino, cadê meu dinheiro? Tipo assim, não era possível que eu pudesse ter gasto 200 reais em uma festa de rock (onde a cerveja custava 4 latinhas por 10 reais) das onze da noite às três da manhã. Talvez eu tivesse sido assaltado. Ou talvez eu tivesse sado dinheiro para alguém. Ó MEU DEUS, será que eu paguei cerveja pra todo mundo? Isso é, definitivamente, a minha cara. Mas infelizmente, esse caso nunca que foi solucionado. E foi por isso que Pablo Rodríguez passou o resto do fim de semana em casa, assistindo fantásticos documentários sobre o reina animal. Quer dizer, até eu encontrar dez reais perdidos no meu quarto...

Segunda glam

11.8.10
Bem fui para a festa de lançamento da Playboy da Cléo Pires e claro que foi puro babado, confusão e gritaria. Como não poderia deixar de ser, eu postei tudo no site Club Nation. Leia o site e me encontre em Colunas > Pablo Rodríguez, clicando abaixo:


E olha, bem era para eu estar indo ao Premio da musica brasileira no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, só não vou porque não tenho roupa para a ocasião. E também porque pode ficar chato chegar no Municipal de ônibus. Sei lá.

Diga X

7.8.10
Estava eu numa festa esse fim de semana e cismei que queria dar uns catas no fotografo do evento. Um loiro lindo, de olhos muito azuis, corpinho 100%. Adoro um loiro, bem como manda o figurino do bom negão, não é segredo. Comecei a ficar encarando-o, ele olhava de volta. Mas parecia sempre muito sério. O cara não dava UM sorriso, gente. Fiquei mais excitado ainda, afinal, adoro um homem misterioso. Ele não sorria para mim por isso, era do tipo misterioso. Não sabia se isso era uma verdade, mas era assim que eu via a situação. Puxei uma amiga prum canto:

(eu) - Nós precisamos tirar uma foto nesse evento. Com esse fotografo daí.
(ela) - Não precisamos, não.
(eu) - Precisamos sim.
E levantei os braços, chamando o cara para bater a tal foto.

Finalmente ele iria abrir a boca e eu poderia puxar um assunto com ele. Sei lá, pegar o telefone, um e-mail- qualquer coisa que nos conectasse os corações eternamente e fizesse que aquilo que sentíamos se transformasse num grande romance sem fim. Posamos para a foto.

(o loiro) - Digam X!

Menino, quando aquele homem abriu a boca para falar X... que que era aquilo. Tava faltando uns três dentes da frente e os que ainda estavam na boca, estavam num estado de calamidade, tudo marrom. Me bateu um desespero, uma tristeza. Queria morrer.

Gente, como a vida é injusta nas cidades do interior, num é mesmo?

Uns com tanto...

... Outros com tão pouco.

Esqueci o flerte e bebi a noite toda.

ps: E ah, para quem não sabe, eu voltei a comentar noticias de celebridades para o site Club Nation, clique aqui para acessar.

Los safadinhos

4.8.10
Uma amiga minha estava reclamando que é tão azarada quanto eu quando se trata de homens, narrando da vez que ela pegou uma DST de um vibrador dela. Isso me fez refletir sobre a vida e ver que não é isso que quero pra mim. Não quero ter que comprar um vibrador para pegar DST. Quero pegar DST com pessoas reais. Daí né, eu tava em casa com dois amigos dia desses vendo um DVD e bebendo, quando me bateu aquele tesão louco. Como não sou de ignorar meus instintos mais primitivos, mandei o Júlio ir buscar uma cerveja. Tudo para poder trocar umas ideias e informações com o Daniel, o outro amigo que estava conosco. Júlio saiu do quarto.

- Amigo, tô bem com tesão, e você? (eu, verdadeiro demais)
- Também. (Daniel, parceiro de coração)
- Você visa dar uns pegas no Júlio?
- Não sei.

Tem coisas na vida que não tem preço. Eu, não tenho é valores.

- Se você fizer, eu também faço. (Tô dizendo...)
- Vamos nós dois pegar ele, Pablo? Não vamos ficar parecendo promíscuos?
- Nah. Que nada.

Armamos, então, o seguinte esquema: o Júlio voltaria com as cervejas, eu daria aquele beijo nele. Em seguida, eu iria fingir precisar ir ao banheiro e Daniel o beijaria enquanto isso. Depois iríamos fingir que estávamos muito dos inocentes nessa situação toda e que eramos amigos muito dos falsos um com o outro. E ainda aproveitaríamos para saber o grau de canalhice de Júlio. Coisa horrorosa. Júlio é branquinho, cabelos negros, olhos grandes. Daniel é loiro, tem os olhos claros. Eu, negão. Eramos quase que a versão gay do É o tchan naquele quarto.

- Mas será que não vai ficar chato pra gente, Pablo?
- Confia em mim, amigo. Eu pensei em tudo.

Não sei se é mais arriscado o fato de Pablo estar pedindo confiança ou se o fato de Pablo haver dito que pensou em tudo. Gente, quando eu falo que já pensei em tudo, é porque eu não tô pensando em mais nada além de mim. Fica aqui o aviso.

Dito e feito. Júlio chegou com as cervejas. Lancei aquele olhar, assim meio de lado, dei um sorrisinho de Eliana pós Botox e peguei mesmo. Seguindo com o plano, corri para o banheiro alegando ter de pentear o cabelo porque, ah é, esqueci de comentar: eu estava com o cabelo cheio de creme hidratante, penteado partido ao meio. É assim sexy que eu fico em casa, quando não tô esperando por visitas. Sem mais. Quando voltei, lá estava Daniel olhando para o teto, todo trabalhado na melhor atuação do ano e Júlio, com aquele sorrisão aberto, cara de felicidade não tem fim.

Sentei novamente para assistir o DVD e fiz como que tá tudo normal no meu mundo da fantasia. Mas né, nem estava. Júlio levantou e foi fumar um cigarro, parecia estar bolado com algo. Panico no recinto. Ele deve estar em crise emocional por causa da situação, pensava eu. Corremos atrás dele.

- Júlio, o que houve? (Pablo, você é muito sonso. Parabéns.)
- Nada, não.

Era o momento de fazer cena. Cena das grandes. É que Júlio é um amigo que tem fama de fazer climão do nada, às vezes. Meio temperamental. Por exemplo; uma vez estávamos na minha piscina bebendo e fazendo festinha, quando Júlio fechou a cara e saiu do n-a-d-a para ler jornal. Ficou um clima pesado, todos se perguntando o que é que havíamos feito para ele se magoar e ficar tão emburrado. Se ele estivesse culpado, aquele era o momento de jogar baixo e fazer o que eu sei fazer de melhor: papel de coitado.

- Júlio, por quê isso? Por quê? Você sempre fazendo climão do nada. Não aguento mais isso. Eu quero ser feliz! [lagrimas de crocodilo]

A noite estava ficando cada vez melhor, galera. DVDs, bebidas, pegação homossexual, tramas, artimanhas e um monologo só meu. Poderia jogar minhas mãos para o céu e morrer feliz, ali mesmo. Eu te amo com todas as forças, destino. Você é um delicinha sangue bom.

(Júlio) - Não é mal humor do nada. É que...
- É que, o quê? (eu, claro)
- Eu ouvi uma coisa, mas deve ser a bebida.


Eu e Daniel ficamos com o rabicó todo apertadinho de tensão.

- Foi a bebida, com certeza!!! (Daniel, desesperando)
- O que você ouviu? (eu vou direto ao ponto)
- Nada, não. (Júlio, virando o jogo)

Se a situação fosse uma partida de futebol, ficaria mais ou menos assim a narração:

JÚLIO PEGA A BOLA DE PABLO E DANIEL, VAI PARA A BOCA DO GOL E FICA BRINCANDO DE PEPÉ EM CIMA DA CABEÇA DOS DOIS OTÁRIOS.

- Fala! (gritei mesmo, estava ficando mais nervoso)
- É que na hora de ir buscar a cerveja, fiquei ouvindo atrás da porta durante um tempo. Ouvi você e Daniel combinando de me pegar.

JÚLIO CHUTA E É GOOOOOOOL!!!!

- Foi a bebida, com certeza!!! (Daniel, desesperado)

Enquanto Daniel estava em trinta tons de vermelho-vergonha, te contar que não sou de ficar por baixo, logo tratei de ver a situação como ela tinha de ser vista:

- Você O QUÊ? Escutou atrás da porta?
- Aham.
- Você não tinha esse direito. Quem você pensa que é, Júlio? Somos eu e Daniel dois amigos, trocando confissões, e você escutando a-t-r-á-s d-a p-o-r-t-a?
- Mas...
- Isso foi muito baixo da sua parte, Júlio. Não foi, Daniel?
Daniel, com olhos arregalados, não se moveu.

- É ou não é, Daniel? (Gritei de novo. era a minha moral que estava em jogo.)

Ele sacudiu a cabeça, sinalizando que sim.

- Não queremos mais falar com você. Vamos sair daqui, Dani. Vem.
E saímos.

Olha, não é de hoje que quando fico nervoso tenho crises de riso. Nessa minha vida é um desespero quando os amigos me contam coisas tristes, porque me dá vontade de rir. Mas é de nervoso. Juro. Aí, né, comecei a rir. Estávamos com nossos nomes na lama. Voltei aos risos.

- Ih, menino, que bafão você ter escutado isso, ein.
- É. Com isso, o que você queria, testar meu caráter, Pablo? (e o Oscar do garoto mais espertão do ano vai para...)
- Claro que não, bobo. Tava mesmo é querendo defender o meu. (he-he)

Júlio se aproximou de nós dois, se apoiou com os braços na porta e com boquinha sexy (uh-lala), perguntou o que faríamos agora que ele já sabia de tudo.

- O que vocês pretendem fazer, agora que já sei de tudo?

Ah, não. O meu sangue ferveu e me subiu à cabeça.

- Tipo assim, se você tá achando que nós somos esse tipinho de gay que faz surubão e faz pegação à três, tá demais do enganado. Isso não vai acontecer.

Deu nem quinze minutos depois...

Estávamos nos pegando na minha cama. Minha gente, keki era aquilo. Um fogo, um fuá.

Querida Rita Lee, só queria te dizer que HOJE eu te entendo quando você canta não querer luxo e nem lixo, e sim, só gozar no final. Você é malandrona.

Te amo, garota! Tamo junto.

Humilhação

2.8.10
Gente, como a vida é engraçada, num é mesmo? Eu achando que humilhação era algo para se passar na frente de grandes audiências e, menino, que nada. Humilhação mesmo é você receber uma visita e sua cadela sair esfregando a bunda suja no seu tapete branco.

Vivendo e aprendendo.