Causar é isso

28.8.09
Ontem descobri as alegrias daqui. Além da comida delicia do buffet liberado, os caras ainda são facin. Eu olhava, batia a cabeça - estilo cowboy, dava um sorrisinho sou-moça-virgem e lá vinham eles perguntar de onde eu era. E deixo aqui o segredo do sucesso: dizer que é do Rio de Janeiro. Eles vão a loucura. Segura peão.

Aí fomos para o Rancho. No rancho fiquei amigo de uma galera muito da hora. Depois no camarote eu não preciso nem dizer que miacabei e estou mais fã do que nunca de Fernando e Sorocaba, dupla sertaneja muito fierce que canta algo sobre "você tá pagando pau". Me identifiquei com a letra, eu acho. Digo acho porque já tinha bebido dois mil litros de brahma (oi?) e não tenho certezas sobre a noite de ontem.

Hoje vamos nuzacabar numa boite de musica eletrônica. Eu, as meninas, umas modelos que conheci por aqui ontem no camarote e a Miss Santa Barbara. Segurem essa. Aliás, elas vão ficar putas por eu as estar chamando assim aqui, mas né? Adoro um impacto.


Eu + modelos + misses = fodeu

Mas tudo isso vai acontecer depois que sairmos do camarote da Brahma hoje. A boite abre as quatro da manhã e não tem hora para acabar. Tipos a cerveja... que nunca acaba. A unica coisa que acaba é o nosso nível. O meu, por exemplo, acaba no terceiro copo.


Mas eu sei fazer a fino. Vocês me entendem. Beeeijosbrazil!
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Ok... começou.

27.8.09
Primeiro inconveniente da viagem aconteceu sem eu nem ter saído de casa. O avião sai às sete e meia da manhã. Passei a noite em branco arrumando as coisas às pressas porque eu GOSTO de deixar tudo pra ultima hora. Não há adrenalina melhor na vida toda. Então, arrumei tudo num corre-corre essa madrugada, que vou te contar.

Deixei de escrever hoje para arrumar coisas, estreitar contatos para a viagem, resolver coisas. Tudo porque o avião sai as sete e meia. Agora, te pergunto: o que faço eu em casa se são sete e trinta e quatro? Te respondo: minha mãe mentiu o horário do vôo pra mim, diz ela que para evitar que eu deixasse pra fazer tudo de ultima hora. Quê? Realiza.

Olha, não tenho palavras para expressar a raiva que brotou dentro do meu peito nesse exato momento. Nem se eu gritar Carla Perez dez mil vezes, eu consigo me libertar desse demônio que passou a habitar meu coração. O avião só sai meio dia e isso quer dizer que eu poderia ter dormido pelo menos duas horas essa noite. Que é, geralmente, o que venho dormindo mesmo, faz um tempo.

Mas então quer dizer que agora a minha relação com minha mãe é atada por mentiras, trapaças e planos típicos de um gênio do mal? Deixa ela. Eu vou começar a mentir também. Eu sou o marajá da mentira, ela vai ver só.

Me desejem boa viagem!

- Boa viagem, Pahby!

ba ba ba ba bei bi

25.8.09
Então, como saber que seu coração está se cicatrizando de uma paixão? Quando você toma um porre e ao invés de cair aos prantos recitando frases de Peninha - não quero falar sobre isso que rolou fazem duas semanas na festa de uma amiga minha, que também não quero falar quem é, porque o blog é meu e só eu vou brilhar nessa porra aqui - você começa a querer pegar geral como nunca na historia da sua vida.

Vou pular sobre o fim de semana, porque é muita coisa para um post só. Vocês só precisam saber que saí com a Ju e as meninas e causamos demais, dancei desde Pearl Jam (é, acredite!) até Natiruts.

Hoje fui na pré-estréia do filme da Patricia Pillar. Fui o caminho todo pensando no como iria fazer para arrasar no tapete vermelho e nas poses que faria para as fotos. Assim que cheguei no local com a Josie, o Christian e o Leo, pensei: Ih, nem tá com tantos jornalistas assim, e falei "vamos pro mcdonalds antes, gente!", porque eu estava morrendo de fome. Vocês sabem, a fome é negra... tipos eu. Comprei meu lanche e Josie lançou "Já está na hora do filme, por isso que ninguém está ali fora no tapete vermelho". Climão. Sabem como foi o meu tão sonhado tapete vermelho de hoje? Eu passando com um embrulho do mcdonalds, um copo de coca-cola zero na mão, correndo com os convites. Nenhum flash, nenhum glamour.

Entramos na sala e Patricia Pillar estava no palco falando alguma coisa que não dei atenção, porque estava procurando um assento. Conforto em primeiro lugar. A-d-o-r-o conforto. Mas naonde é que ele tava? Nada de lugar pra mim. Fomos sentar na parte de cima do cinema. Nas escadas encontrei um cara que tava levando consigo um milho quente. Nossa, um alivio vindo dos céus tomou conta de meu peito, alguém era mais baixo nível que eu naquele ambiente. Sério. Milho quente não rola. Até porque milho quente é 2 reais na barraquinha e Mcdonald's é 15 reais. Ou seja, eu estava mostrando ter muito mais poder aquisitivo naquela situação. E nem importa se ele tava com uma calça de coro da Armani e eu com uma da Renner. O ditado já diz: você é o que você come hehe isso me lembra um amigo meu que adora comer uns viadinhos na moita e se diz hetero hihihihi . Subimos e eu fui passando e pisando no pé de todo mundo, porque meu sapato social é maior que meu pé e eu não tenho noção de espaço com ele. Sentei. O filme começou.

Olha, comecei a achar que o filme sobre Waldick seria chato, mas mudei de idéia assim que ouvi ele falar: "Então, fiz essa e outras grandes canções". Olhei para a cara do Leozinho, ele olhou pra mim, Josie nos olhou e já começamos a rir. Nenhum de nós lembrava de nenhuma grande canção de Waldick. Resultado: a cada aparição de Waldick, queridos, dávamos muitas risadas e grifávamos as frases mais fortes que ele falava e comentávamos uma por uma durante a exibição.

"Ninguém é de ninguém, tudo passa"
"As pessoas tem que fingir a felicidade, ninguém é feliz e isso dói"
"Ele me disse: você vai ser grande. Véio, não deu outra"
"Homem quando joga mulher no lixo, vem outro e tira"

Grandes citações de um grande filme dirigido por Patricia Pillar. Até que Josie nos revela que Waldick é o compositor do grande hit "Eu não sou cachorro não". Trememos na base porque, sendo assim, todos nós nos descobrimos naquele momento, grandes fãs de Waldick.

O problema começou que de tanto rirmos e zoarmos os outros convidados da sessão começaram a achar meio chato, sabe. Começaram a pedir pra gente fazer silencio. Eis que eu e Leo ouvidos a mulher ao lado comentar com a amiga que estava querendo puxar briga com a gente "Deixa eles, eles são fúteis". Galera, a-t-e-n-ç-ã-o-t-o-t-a-l, ring the alarm, mandem chamar Caetano e avisem a ultima: você não é ninguém na academia brasileira de letras se não curtir o som de Waldick. Afinal, Waldick não é brega, é cultura. Enfim. A tal amiga indignada respondeu:

"Isso não é futilidade, é falta de educação"

Ih, pra quê essa mulher foi falar isso? PRA QUÊ? Mexeu com a minha educação, mexeu com meus pais. Odeio que mexam com meus pais. Eles souberam me educar muito bem sim, obrigado.

- Leo, se essa mulher falar mais alguma coisa vai ter barraco. Anota aí
- Ai, Pablo, não...
- Adoro barraco. Você me conhece. Comigo não tem dessas não. Eu sou lindo e absoluto.

Foi então que... Infelizmente a mulher não falou mais nada. Voltei para casa arrasado e estou no MSN nesse exato momento catando alguém para puxar uma briga. Eu não presto mesmo.

Até! Amo vocês. muamuamua(K)

Natura!

16.8.09
Alguém sabe alguma dica de remédio natural que não deixe arranhado cicatrizar e virar uma marca no seu pescoço? Me disseram que arranhado não é a mesma coisa que chupão e eu não to querendo ficar com o pescoço todo marcado, não. Logo, cá estou buscando soluções naturais, já que dinheiro para comprar pomadas eu não tenho mesmo. Nem um centavo.

Eu sempre suspeitei que essas pessoas ligadas ao que é natureba são pessoas falidas, agora que estou sem dinheiro, começo a perceber que sempre estive certo sobre elas. E eu nem sei como meu pescoço foi ficar assim arranhado e com um chupão. Não sei. Deve ser isso de mudança climática. Tudo muito frio, aí de repente tudo muito quente. Vai saber. Que loucura.

Preciso parar com o álcool. Ou começar a assumir as coisas que faço.

Ai, me esquece.

ps: Sobre isso de natural e natureba, quero dizer que sou totalmente contra o uso de maconha. Fiquem ligados, digam não às drogas.

lero lero

Olha, falar pra vocês: eu não estou bem, não. Eu não era assim como estou sendo. Eu juro. Mas quer saber? Que se foda, tudo que um dia já foi, outro dia pode não ser mais. É a minha nova máxima. E a verdade é que sou outro, mas ainda sou o mesmo. Bizarro.

Sexta-feira cortei o cabelo. Ai, cansei daquele cabelo emo caindo nos meus olhos. Eu toda hora tinha de ficar virando o pescoço para conseguir tirar a franja do olho, uma hora ia acabar tendo uma torcicolo. Deus que me livre. Dei uma leve dormida de tarde e acordei já me arrumando pra sair. Vários convites, várias festinhas rolando. Escolhi ir com as meninas para o Sesto Sento. No Sesto Sento não haveria climão, lagrimas e nem magoas. Fierce. A aventura começou no onibus, quando eu no auge da minha falta de senso lancei a seguinte frase:

- Gente, preto não é estiloso. Ou preto está arrumado ou está desarrumado. Get with It.

Olhando ao redor... só haviam negros. Clima pesou. Fiz o fino, e fingi que nem notei, já mudando de assunto. Chegamos na boate. Cheguei lá já no clima, dançando, levantando os bracinhos. As meninas tensas querendo saber onde estava a minha amiga encarregada de trazer nossa alegria, e eu telefonando tenso também. Chegou, todo mundo começou a beber e quando eu me dei conta... stuntz, stuntz, stuntz.

Te falar, nunca dancei tanto. Sei que uma hora me deu a louca de precisar fazer xixi como se nunca tivesse ido ao banheiro ao longa da minha vida, então, lá fui eu ao banheiro. No meio do caminho eu encontrei um menino gatinho que me ofereceu doce e eu disse que não queria, mas retruquei:

- Matipassim... eu super aceito sua bebida de coloração esquisita. hehe

Dito e feito, dei um super gole, fui ao banheiro e quando eu voltei? Ninguém podia comigo. Eu era só saltos e coreografias espaciais. O ninja das pistas de dança, meus quiridus. Ninguém me segurava. E não é que o menino voltou a me procurar? Veio perguntar meu nome, minha idade, e ficamos trocando informações "olhos nos olhos, boca na boca, que coisa louca", como cantariam Pepê e Neném, e é claro que ele me deixou em êxtase. Mas resolvi não pegar porque ia dar merda. Eu não tava normal, não. E quando eu digo merda, vocês sabem, quero dizer m-e-r-d-a. Das grandes.

No caminho de volta dentro do ônibus eramos só risadas. Paula indignada com o estado de sujeira e suor ao qual se encontrava, Nath apertada para o pipis da manhã, Nádia lhouca e tensa com o horário e eu... eu. Um velho sentou do nosso lado no ônibus e começou a prestar atenção na nossa conversa. E a nossa conversa era aquilo, né? "Nossa, senti muito tesão", "Nossa, eu tava que nem cachorra no cio". Acontece. O velho se levantou em um dado momento e Paula, numa crise de sinceridade já lançou: "Não vai embora não, vamos bater um papo". Climão. Mais risadas.

Enfim, to com preguiça de continuar narrando os fatos. Sei que cheguei em casa as onze da manhã, fui dormir meio dia, acordei as duas, fui beber com um amigo, as seis eu tava de pé começando a me arrumar pra ir pro show do Friendly Fires estar vipado, que foi sensação. Ri metade da noite. Na volta um taxista tentou me agarrar (e não é brincadeira!), tive de correr de um pivete que tentou me assaltar no centro do Rio de Janeiro e enfrentei um engarrafamento na ponte Rio-Niteroi, já que um carro capotou.

São tantas emoções...

So, I got something to tell ya

9.8.09
Para mim a noite de ontem não ia render tanto porque eu ando meio desanimado com tudo, tenho achado que viver é nada mais que uma lasanha congelada e um pedaço de bolo de padaria na frente da TV depois das nove da noite. Animal.

Mas, gen-te, não é que ontem foi o ápice da loucura? No meio do caminho indo para lá já foi toda uma aventura. Eu, Matheus, Leo, Mariana e Marina, lá encontraríamos o resto da galera que já tinha ido antes. Fui contando a historia da minha vida até chegar lá, quando eu cheguei o que todos mais queriam era me ver feliz mesmo. Não deu outra. A musica começou a tocar, eu comecei a ficar feliz. Fui dançando entre as pessoas, encontrando conhecidos e fazendo novos contatos. Uma cerveja: eu estava saltitando. Duas cervejas: puxei minha amiga e despistei amigos. Três cervejas e 2 tequilas: peguei a menina que sempre quis pegar e nunca tive coragem e quero pegar mais. Ela é motivo de terapia, não quero tocar no assunto. Confuso.

Então, dancei e dancei e quando eu não podia mais, dancei mais. Bebi como nunca, falei com todas as pessoas que podia falar, andei por todos os lugares da festa que podia andar. Vi muita coisa louca, vi muita gente louca. Foi incrível. No final da festa sentei no telhado do local para conversar com as meninas e os meninos e começaram a cantarolar "Bem que se quis", Marisa Monte. Pra quê, gente? Eu nunca senti o que eu senti naquele momento. Foi como se eu estivesse muito feliz e de repente tivessem me dado um banho de realidade, me doeu por dentro acordar pra vida ao escutar aquela musica. Love's fucking hard. Saí correndo pela festa, me perdi no meio das pessoas, sumi de todos. Comecei a dançar e dançar e dançar e dançar até esquecer o que era meu corpo e o que era o som. Comecei a dançar com a tal menina, a peguei pela mão e voltei até eles. Eu sou louco, vocês sabem. Já tinha melhorado e até esquecido de novo. Hello, Prozac. Olhei pro relógio e eram seis da manhã. Hora de partir, porque era dia dos pais e eu tinha de fazer o fino hoje nesse almoço de família que esta rolando lá embaixo enquanto to aqui postando ouvindo Lady Gaga no ultimo volume.

Uhum, aí você pensa que a historia acaba assim? Tu jura. Estava indo em direção as escadas e um cara loiro, olhos verdes, corpo fierce demais e sorriso perfeito me parou e disse que sempre me visou desde outras vezes que me viu naquela mesma festa. Perguntei: "Por quê nunca chegou em mim, então?", agora fiquem preparados pra resposta, meus amores, é chocante:

- Porque quando um cara é tão bonito assim a gente sempre fica com medo.

Anarquizei, ein. Na minha cabeça eu vi ele falando e a frase ecoou assim, ó:

- Oi, eu sou um loiro que não fala coisa com coisa só pra te zuar. eu sou um loiro que não fala coisa com coisa só pra te zuar. eu sou um loiro que não fala coisa com coisa só pra te zuar. eu sou um loiro que não fala coisa com coisa só pra te zuar. eu sou um loiro que não fala coisa com coisa só pra te zuar.

Falei: "- Ah, é? Então, eu sou bonito, é?" e começamos a nos beijar. De boa? Pegada era aquilo lá. E que pegada, galera. Meus joelhos parecem até um pandeiro, só de lembrar. Eu nunca fui desses de pegar gente na noite não, mas é aquilo: bebendo bem, que mal tem? E claro, estou contando as partes das quais me lembro, o que não lembro, não quero nem lembrar. Afinal, estamos falando de mim, o Pablo Rodríguez, eu tenho que manter as aparências. Beijos

"you can tell Jesus that this bitch is back!"

Quando eu voltar aqui mais tarde e contar como foi a noite de ontem, gen-te, vocês não vão acreditar.

Podem começar a me aplaudir desde já.

Mazentão...

7.8.09
Xeu contar pra vocês. Alisar o cabelo não tem problema nenhum, não. É super normal. O problema mesmo é quando você alisa, vai dormir e seu cabelo acorda amassado. Do tipo que se colocar chapinha só vai piorar.

Então, você resolve ir lavar o cabelo pra dar uma jeito nele e deixar secar ao vento... do ventilador. E então você descobre que alisar e ter cabelo liso são coisas bem, mas beeem, diferentes.

Obrigado senhor. Que pele abençoada, que cabelo tremendo, que vida cheia de glorias.

Oremos, irmãos.

Hello, strangers!

5.8.09
Gente, o Estou em transe aparentemente chegou ao fim. E como esse fim se arrastou, né não? Mas na minha cabeça se não está fodendo, é melhor sair de cima. Foi uma fase muito boa e eu só tenho a agradecer ao Leonardo Torres e Zandra Liuser por terem me ajudado nessa jornada que superava diariamente as 30 mil visitas! Mas como os negros não param de ganhar espaço no evoluir da sociedade, cá estou eu em carreira solo.

Eu passei os últimos dias escrevendo meu livro, brigando com o pessoal da editora e correndo atras do patrocínio para a promoção do mesmo. Um inferno. Como já dizia Jean-Paul Sartre, "O inferno são os outros". Mas, finalmente, está tudo bem. Tirando o fato de que não serei eu a escolher o título do MEU livro. Tá tudo bem. Nem ligo. Mentira, gente, estou mais bolado com isso impossível. Mas é aquilo, né?

Pagando bem, que mal tem?

Eu tenho sofrido por um amor nunca vivido e isso vem sendo um inferno. Sabe quando você ouve musica e acha que todas elas falam do seu romance? Estou assim. Ultimamente até Tindolelê da Turma Da Xuxa tem me emocionado. E não é piada, aconteceu numa festa infantil, semana passada. Acho que estou beirando o ridículo.

Foi nessas que minha amiga resolveu me apresentar alguém. Tal do Fulano. Gente, o cara é lindo. Quando eu digo lindo, é porque ele é m.u.i.t.o. lindo meshmo. Mas não tem nada a ver comigo. Tipos... nada.
Só sabe falar de musica pop, Lady Gaga, Britney Spears e acha que Shakira é musica alternativa, só porque é latina. Sem contar que falando de livros ele me fez parecer que acha que Carlos Drummond e Fernando Pessoa são um só. Tenso. Nossa conversa não rende 15 minutos. Aí passando dos quinze minutos, na total falta de assunto, ficamos naquela de "Quando eu te ver vou te amassar todinho, Pablo. Vou te dizer chupa que é de uva...", e eu dou uma risadinha e digo: "hehe, vai nada. Eu sou difícil hehe", mas falo isso numas de já estar pensando: "Ai, gente, ele disse mesmo chupa que é de uva? Adoro".

Ele faz desenho gráfico. Essa semana ele veio com umas de me perguntar se eu podia dar opinião sobre uma camisa que ele ta querendo fazer. Disse para ele "opa, manda ver". Na minha cabeça isso era uma oportunidade de criar vinculo e fazer nascer algum tipo de conversa que não fosse pornográfica entre nós. Que nada. O menino veio com uma gama de mostruários de camisas feitas com frases de musicas da Ashley Tisdale. Quem dera se fosse piada, mas essa infelizmente é a minha vida. Aconteceu. E não foram cinco camisas que eu tive de analisar e comentar. Foram QUINZE camisas da Ashley Tisdale. Q-U-I-N-Z-E CAMISAS SOBRE A ASHLEY TISDALE. Sabe, gente. Choro.

- Mas Pablo, você não acha que fica estranha essa cor de letra?
- Mas Pablo, você não acha que se eu colocasse três pontinhos ia ficar mais sugestivo?
- Mas Pablo, se eu colocasse a foto daquela outra nessa não ia ficar MARA?

Mas Pablo, mas Pablo, mas Pablo... VAI TOMAR NO CU, porra. Ai, gente. Não queria causar climão entre minha amiga e esse amigo dela postando isso aqui, sendo que ela lê esse blog, mas eu e ele, definitivamente não vamos nos entender. Só lamento. Essa semana nos encontraremos. Vai dar merda, sinto. Mas é aquilo, né?

Bebendo beeeeem, que mal tem?

ps: Desculpa, amiga. Estava engasgado.