peeeeerm

30.9.08
Olha, eu tenho escrito textos tão "Casos de Família" e textos tão "eu tenho dezesseis e odeio meus pais e meus amigos" que eu nem sei, viu. As visitas aqui caíram de 700 pra 120 rapidinho. Já acho que 120 é meu publico fiel, e que metade de 120 é 60 e 60 mais nove é 69, e aí eu me alegro.

Hoje acordei, olhei na carteira quanto minha mãe tinha deixado e vi cinqüentão lá. Meu, serio, o que minha mãe bebeu no café da manhã? Manunca que tinha visto uma nota tão alta assim desde o dia que fui pagar uma conta no banco pra ela.

Saí, e parei pra almoçar. Comi com uma fome de 30 mendigos. E quando abri a carteira, a alegria não tinha fim. Eu, com sono, vi 50 onde só existia 20. O resto da historia vocês já conhecem, né? Liguei pro meu pai que disse não poder fazer nada, tentei passar um cartão estourado e paguei mico, pedi socorro pra amigos e descobri que não tenho amigos, e enfim, saí devendo 12 reais. Comovi com lagrimas.

A novidade do mês: claro que pedi dois reais pra uma senhora, porque eu tinha de pegar um ônibus de alguma maneira.

Arrasei, Brasil!

Eu recebi um e-mail hoje e...

29.9.08
Eu decidi que chega de falar, dar atenção ou focar em quem não vale. Para quê me estressar com qualquer tipo de assunto relacionado ao Francês, que vive em Buenos Aires, e o tal Alemão? Sabe. Chega. Eu agora não quero nem saber de Frances, Chines, Alemão, Inglês, Indiano ou qualquer outro do tipo que conheci em Buenos Aires. Eu vou direcionar minha atenção em quem está por perto ou quem realmente valha a pena. Eu já conheci milhões de pessoas antes, e eu já as esqueci. Era pro Alemão ter vindo, ido, e pronto - para em seguida vir o Frances. To querendo virar a pagina sem ter de encontrar vestígios da historia anterior. Mas está ficando foda. Neguinho é muito toma-na-toba mermo. Amém existe Zandra pra me controlar as vezes, porque senão nem ia prestar. E ela sabe do que estou falando, também.

O Lucas, da Fans Store, sempre foi um amor comigo e sempre se mostrou interessado de maneira positiva, e eu praticamente o deixei de lado, enquanto perdia meu tempo com um Alemão metido a misterioso e um Frances com pouca expressividade, metido a piadista. Eu acho que tenho uma tendencia a querer me meter em situações que eu sei que não darão certo, pensando que conseguirei manter tudo sob controle, quando eu também sei que não irei conseguir é porra nenhuma. O nome disso é ser caçador de problemas.

Agora eu sei que de todas as pessoas que eu "me apaixonei" naquela viagem - reza a lenda que eu me apaixono fácil - as únicas que valem a pena se chamam Lucas e Lisa Lancova, de Los Angeles. O resto será um capitulo mal escrito no meu pequeno livro inacabado. Deixo registrado aqui, então, que no verão minha casa provavelmente só terá quarto, piscina e churrasco para amigos já solicitados e Lisa Lancova.

Eu sei que vocês devem estar mega surpresos com o fato de eu estar surtando. Logo eu que nunca sou surtado e que nunca mudo de idéia tão de repente. Mas às vezes acaba acontecendo. [/sarcasmo] Tipos naquele verão de 2002 em que eu surtei na praia de Rio Das Ostras... acontece.

eu não quero ser eu

27.9.08
Oi, gente! Depois de duas semanas saindo toda noite - gastando cerca de 200 por noite, e depois de muito me esforçar pra controlar o meu maldito impulso, meu cartão de credito chegou ao seu fim. Meu pai colocou um novo limite, e ontem, depois de fazer uma refeição eu descobri isso.

Descobri tarde demais. Quando não tinha cartão, e nem dinheiro, pra pagar. Valeu aí pela amizade do Luiz que pagou pra mim o lanche desse pretinho sem dignidade que eu sou, e valeu aí meu pai, por fazer a alegria das garçonetes do local.

Sem mais.

hã?

Duas amigas minhas, que namoram, brigaram ontem. E uma delas nunca foi de se apaixonar, não. Sempre levou os relacionamentos na brincadeira, e era indiferente pras pessoas que estavam com ela. Até que eu apresentei essa menina, com quem ela namora, e parece que a coisa mudou. Elas brigaram.

Parece ilógico esse meu pensamento. Mas, pra mim, quando uma pessoa se dedica a brigar com a outra, dentro de um relacionamento em que parece se dedicar, é porque obviamente existe amor; ela se importa. A indiferença aos casos e descasos é a chave mestra da falta de real afeição, o seu oposto, o outro lado da extremidade, é quadro de amor - pintado a tinta guaxe.
Se questionar sobre o futuro do relacionamento, querer expor as suas dificuldades, e colocar pra fora seus problemas, mexendo na ferida do companheiro, é uma maneira de tentar concertar o que se passa, de pedir socorro, antes que não dê mais certo, e não uma maneira de afastar a pessoa. Ninguém coloca mertiolate em machucado para arder e sangrar. Queremos que arda, mas buscando estancar a dor latejante - mesmo que vagarosamente.

Em relacionamentos, até mesmo de amizades, onde a paz reina sempre absoluta, é sempre bom manter um pé atras. A verdade humana é inquietante, nunca serena. Essa é a graça de viver; estar aflito o suficiente para se deixar descobrir. Onde há muita paz, imagino eu, deve haver muito auto-controle, e auto-controle pode vir a ser um veneno com efeitos colaterais irreversíveis.

Com isso, deixo aqui bem claro: brigar e amar são sinônimos, se colocados de maneira correta na matriz arquitetada. Ou eu estou cada dia mais esquizofrênico.

Get Real

24.9.08
Sem nada para fazer, me dediquei a assistir o filme dos anos noventa, Get Real, que já havia visto alguma vez antes.

A premissa do filme é básica: um homossexual de 16 anos, vivendo em Londres com sua pequena família, estudando numa escola onde os jovens o agridem - e o excluem, por simplesmente suspeitarem de sua homossexualidade. Coagido e precisando viver experiências amorosas, ele recorre ao famoso banheirão, onde um dia encontra o garoto mais popular da escola. Os dois se envolvem num romance, mas, há uma ressalva: o jovem popular não quer que ninguém descubra ou desconfie dessa relação pouco casual, caso contrario, seria o fim de tudo, com o plus dele jogar toda a culpa em cima do excluído do colégio, afim de manter sua reputação limpa. Claro que o jovem guarda o segredo, mas não deixando de contar para sua melhor amiga. E aos poucos, a trama vai dando um grande nó, graças aos passos em falso de ambos os protagonistas, e o desespero toma conta de cada um deles, embora estejam verdadeiramente apaixonados.

Do inicio ao fim o filme deixa uma coisa bem clara: é completamente possível que uma pessoa, mesmo que sinta desejo por mulheres e tenha um histórico inteiramente heterossexual – com umas questões pendentes aqui ou ali – venha a se apaixonar por alguém de conduta e postura completamente homossexual. A pessoa não tem de ser necessariamente gay para querer levar a frente qualquer tipo de relação homossexual. Ninguém torna-se aquilo que deseja. Nem sempre ao jogarmos futebol nos tornaremos um jogador. Acredito que nós, seres-humanos, nunca somos, sempre estamos.

E vendo esse filme eu parei para pensar em até onde uma pessoa é capaz de ir para se manter fiel a opinião de quem a cerca. São pessoas que nem mesmo conseguem se libertar de olhos estranhos, porque sempre se sentirão perseguidas e com medo de despertar estranheza em seja lá quem a estiver observando. O medo de sair da linha tênue entre o bizarro e o desconfortável mantém as pessoas prezas a tudo aquilo que acreditam ser menos doloroso, como manter-se enrustido em seus próprios desejos, por exemplo. Essa ausência de dor nem sempre é uma verdade. A dor de se desprender das correntes e viver o que se deseja, agüentando uma conseqüência pesada aqui e outra culá, é notoriamente mais amena que a dor de se manter atrelado a uma crise eterna de existência claustrofóbica.

O protagonista do filme, por exemplo, morria de medo de se tornar homossexual, sendo que nem mesmo homossexual ele era para que isso viesse a acontecer. Ele havia se excitado/relacionado com um homem antes, e fugiu da situação, com medo. Passou um curto período buscando apenas sacanagem, com homens e mulheres, perdido. Em seguida se apaixonou por esse amigo de sua escola e, mesmo vivendo uma relação secreta com ele, fugia de si mesmo ao tentar negar e esconder qualquer tipo de afeição ao parceiro, quando estava claro que ele só se interessava por aquele menino, por nenhuma mulher mais, por nenhum homem além. Minha pergunta é, e sempre será: por que, então, é tão complicado lidar com algo tão simples? Se esse jovem vai ou não manter relações com outros homens após essa relação, vai ou não conseguir se sentir completo com esses momentos é uma questão individual, cada um verá suas necessidades sendo supridas de acordo com o passar de suas experiências. E assim como aprendemos na escola, não existe lugar para certezas, quando temos medo de tirar nossas duvidas.

Peço licença para cometer nesse momento uma pequena heresia ao narrar um trecho da bíblia, a fim de usá-la como pano de fundo para minha próxima indagação:

Em Gênesis podemos ler que, muito revoltado com o numero de amoralidades e pecados cometidos pelo povo de Sodoma, Deus toma a decisão de queimar a todos, exceto Ló e sua família. A única orientação dada por ele é a de que Ló e sua esposa corressem sem olhar para trás, sendo indiferentes para tudo que estivesse ardendo em chamas e acontecendo no caminho já percorrido. Obviamente que a esposa de Ló, num ato de apego, ou curiosidade, se virou para trás, tornando-se uma estatua de sal.

Será que é tão difícil agir, enfrentar as dores que vem pela frente, mas manter-se firme na pessoa que você é, sem olhar para trás? Eu sinto medo de tudo que essas pessoas são capazes por pensar somente nelas, e nos próprios medos. Ignorando totalmente que a partir do momento que existem dois, ou mesmo, três numa relação, os seus egocentrismos acabam por virar uma enorme egolatria.

Eu, Pablo Rodríguez, com medo de me tornar uma estatua de sal, não olharei mais para trás. Porém, seguirei o caminho sentindo muito - de verdade, por todos aqueles que decidiram se manter queimando em Sodoma, mesmo que em chamas silenciosas e lentas.

emprego

23.9.08
Fui fazer uma entrevista hoje. Eu to tão desesperado por dinheiro que fui me meter numa entrevista para hostess de uma restaurante aqui em Niterói. Ficar na porta, sorrir, levar os clientes até a mesa.

- Você tem experiencia?
- Nossa, e como.
- Experiencia profissional?
- Aaah, tá. Profissional, não. Mas to sempre pronto pra viver novas experiencias.

E assim começou a entrevista. Gente, desde quando pra sorrir e guiar as pessoas entre as meses precisa de experiencia? Tem que ter feito o que antes? Um curso preparatório, e treinamento de paquita - bracinho pra trás, perninhas laçadas, e sorrisão branco?

- Você sabe servir?
- Depende.
- O que seria "depende"?
- Depende do quê.
- Tem experiencia com algo relacionado a restaurante e cozinha?
- Pf. Eu sempre janto fora, né?

Parei pra pensar:

- Vem cá, eu tenho direito a almoço, passagem e jantar?

- Não. Obrigado por vir, nós entraremos em contato.
- Mas já?

Meu. Sério. Eu to trabalhando num restaurante e não posso comer lá? Vou comer nonde? Na concorrencia? Se é assim, quando os clientes chegarem vou mandar pra lá. "Olha, ta meio carinho aqui. Eu mesmo como é no bar ao lado. O risotto dá de dez, ein".

Agora é só esperar eles entrarem em contato.

Contas

22.9.08
Extrato do cartão em 9 dias: R$ 973,00

Numero de dinheiro disponível para devolver o valor ao meu pai: R$ 10, 00

Numro de empregos disponível para conseguir o valor: O

Numero de instrumentos de trabalhos para tentar: UM

O livro

21.9.08
"Por vezes controlei meu impulso para não abraçá-lo em publico e no resto desse desejo fiquei apenas com escassas aproximações do corpo, naturais entre dois amigos.
Tomávamos caipirinha de vodca com kiwi à mesa de um barzinho da praia, quando Renato disse:

- Olhando esse mar todo, sabe do que eu tenho vontade?

- De nadar, Renato.

- Como você é inteligente, Marcus! A sua sensibilidade é demais cara.

Rimos e ele continuou a falar.

- A vontade que eu tenho é de ficar aqui com você para sempre, cara.

- Eu topo, Renato!

- Como 'Eu topo', Marcus? Acho que você já tomou caipirinha demais.

(...)

Trancamos a porta, largamos as mochilas no chão, pegamos duas cervejas estupidamente geladas e nos sentamos na varanda. Naquele momento, se tivesse talento, teria feito uma poesia para Renato. Ficamos um bom tempo nos beijando, até que minha mão começou a deslizar pelo seu corpo. Tomando cerveja como se nada estivesse acontecendo, podia até parecer que ele estava indiferente aos meus carinhos, se não fosse pelo volume que começava a se formar dentro do seu short. Pedi a ele que continuasse sentado.

Eu ainda curtia tudo aquilo quando a campainha tocou. Imediatamente paramos e Renato, mesmo sem gozar, foi vestindo a cueca e o short.

- Quem poderá ser, Renato?

- Deve ser o Ronaldo, que esqueceu de nos falar alguma coisa que não está escrita no folheto.

Estava indo atender a porta quando Renato, brincando, falou:

- Se for ele mesmo, Marcus, dê uma porrada na boca dele por mim.

Ao abrir a porta, não pude acreditar no que meus olhos viam:

- Beatriz! Você aqui!

Ela me deu um beijo no rosto e foi entrando sem qualquer cerimônia. Sem entender o que estava acontecendo, fechei a porta com uma única certeza: aquilo só podia ser armação do Renato. Mar por que ele faria isso? Eu ainda tentava encontrar uma resposta, quando ela disse:

- Não ganho uma cerveja, Marcus?

Eu estava pegando a cerveja no frigobar, quando Renato entrou no quarto.

- Eu pensei ter ouvido a sua voz. É você mesma!

- Tudo bem, Renato?

Eles se cumprimentaram com um curto beijo nos lábios, e Renato perguntou:

- Como você nos achou aqui?

- Pura coincidência. Eu estou aqui com mais duas amigas no apartamento oito, primeiro andar. E vocês estão sozinhos?"
_________________

@ O Terceiro Travesseiro - Nelson Luiz de Carvalho

mmmm

To com uma vontade de contar tudo que eu sei. Mas num posso não, ein. Senão vai dar merda. Mas que eu queria ver o circo pegar fogo, ih, como queria.

Esse post é um oferecimento do sabão Ace.

- Ace eu pudesse falar.

Sobre ontem, com Mari Bahdke:

19.9.08
Pablo Rodríguez said:
eu tinha de te contar

Pablo Rodríguez said:
prq só vce vai saber a imensidão disso

Pablo Rodríguez said:
caralhooooo!!!!!!

Mariana Bahdke says:
Meeeeu deeeeeeeeeus!

Mariana Bahdke says:
DEUS EXISSSSSSTE CARA

Mariana Bahdke says:
ELE EXISTE

Mariana Bahdke says:
Depois de ANOS REZANDO, A SUA PRECE CHEGOU

Mariana Bahdke says:
NA MORAL, BOLEI!

O segredo do segredo

14.9.08
Deletei mesmo.

mmmbop

11.9.08
Semana passada eu fui no Meus Prêmios Nicklodeon - Valeu, Zandra! -, e ó, não sei quem invetou que eu não sei me vestir bem, por que quem inventou acertou na mosca.

Tava em casa pensando o clássico "com que roupa eu vou?", quando me vem um click from god: "vou com o de sempre, com um quê a mais" - ou seja, chuteiras. O quê eu fui fazer nos prêmios Nicoledeon de chuteiras vermelhas, eu nem imagino. Mas lá estava eu. Então eu inventei de me excitar com o distribuidor de biscoitos. só pra me manter no meu nível. E como vocês podem imaginar, nem deu certo.

Fomos para a casa da Lali. Mas olhã, naquelas alturas eu podia estar no Sergipe e não notar. Chuteira é simples: aperta até causar alucinação. Cada passo que eu dava, era um pedido de morte súbita. E Lali ainda vem pedir pra eu tomar um champanhe numa taça de cristal com ouro - e meu, ela pediu pra eu tomar cuidado pra não quebrar. Eu juro que ela pediu. O mesmo que pedir provas concretas da passagem de Jesus pela terra. Se normal eu consigo transformar copo de vidro em cerâmica, com o pé sendo mastigado por uma chuteira vermelha eu nem sei do que eu sou capaz. Pedi um copo de geleia.

Foi então que bateu um click geral: Partiu bar? Fomos pro bar. Lá fui eu; andando que nem um pato; rezando pra algum bandido passar falando "perdeu, perdeu, perdeu, pretinho. Passa a chuteira, passa a chuteira". Mas nems. Chegamos no bar e encontramos a galerinha do Nxzero, Rafinha do BBB, Felipe Dylon, e o mais interessante: amigos e cerveja for free.

Eu falei cerveja for free? Gen-te! Rinnnng the alaaarm! De nada mais lembroooooooo!

twitter

5.9.08
gente, estou me atualizando pelo twitter, que é mais simples de escrever. Sigam-me www.twitter.com/pahby

saibam que eu colei e copiei essa barra prq eu não consigo acha-la também.

fuck up!

Olha, eu pensei que quando eu me ausentasse a vida de vocês fosse chegar ao fim. Mas nems. A vida seguiu. Mas bora narrar os motivos da minha ausência indefinida:

Estava achando que possivelmente poderia estar com vírus. Varri o computador com o norton e nems. Mas como sou desconfiado das modernidades, pensei: "por quê não baixar outro antivírus e testar pra ver se o norton não está mentindo?". Baixei um tal de Panda_cdrip_full_withcrack.zip no emule. E meu, serio, veio com virus. Beleza. Meu computador já era. Mas por quê um antivírus veio com vírus, é uma resposta que nunca teremos.

Com isso eu instalei um pc velho aqui no quarto. Mas gente, num consigo não, ein. Prq 1) ele quando fica ligado faz o mesmo barulho de um motor de britadeira. 2) as teclas do teclado estão tão duras que até o fim da frase estarei com tendinite. - viu? 3) os assentos do teclado estão trocados e ocultos, e eu não achei a interrogação até agora. O que me fez copiar uma e ficar colando sempre que quero perguntar algo. Então, sempre que eu não acho alguma pra colar eu escrevo -pergunta- do ladinho da frase pra poder facilitar. tem noção da merda -pergunta- 4) Não existe msn compatível com esse computador, que funciona a base do maravilhoso mundo do windows 95.

Bom, gente, agora que vocês já sabem, eu me despeço. Não tenho mais força para lutar contra esse mouse, e o barulho de fusca zero que essa torre tá fazendo, vai acordar o condomínio todo. beijos e abraços especiais pro meu anjo da guarda, sempre competente.

Updating

1.9.08
  • Língua Portuguesa: 10.0 - 8.9 - 9.7 - 10.0
  • Matemática: 9.5 - 9.4 - -
  • Historia: 10.0 - 10.0 - 10.0 - 9.2
  • Geografia: 9.5 - 9.1 - 10.0 - 8.9
  • Física: 8.9 - 7.4 - 9.1 - 8.5
  • Química: 7.2 - 7.9 - 8.6 - 9.0
  • Biologia: 95.0 - 10.0 - 8.9 - 9.9
  • Línguas estrangeiras: 10.0 - 10.0 - 10.0 - 10.0
Vamos lá! Vamos subindo as medias! Eu tenho até quarta que vem pra estar com as quatro notas acima de oito!